A escrita, escreveu Ong, reestrutura a consciência. Não direi que a minha já se encontra suficientemente reestruturada, pelo facto de hoje, de certo modo, abdicar da escrita.
Faço assim, uma incursão na oralidade, tão ao gosto de Ong. Não porque ele me tenha convencido da "superioridade" do timbre da voz (que por sinal não está nada famosa, em virtude da gripe que também me bateu à porta), mas pela necessidade de mudar de quadrante, de experienciar outros continentes. Porque o teclar há-de vir certamente um dia destes a deixar de ter o peso que presentemente tem. Digo eu...
Aqui fica o link.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
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